Por Nelson Bruni
Atendendo a convite do Partido
dos Trabalhadores, reuniram-se na cidade de São Paulo visando debater a nova
conjuntura internacional pós-queda do Muro de Berlim (1989), um encontro de
partidos políticos de esquerda, narcoterroristas e organizações não
governamentais de esquerda da América Latina e Caribe.
Neste encontro do “Grupo do Mau”,
fora criado “O Foro de São Paulo” (FSP), que surgiu em julho de 1990, durante
uma visita feita por Fidel Castro a Lula, em São Bernardo do Campo, e foi
formalizada quando 48 organizações, partidos e frentes de esquerda da América
Latina e do Caribe que nada mais são do que um grupo de agentes conscientes
mantidos pelo capital financeiro transnacional, para manter tanto o nosso País,
assim como o continente Sul americano em uma condição de subserviência,
impedindo sua autodeterminação, porém os pertencentes a “Nova Nomenklatura” se
lambuzam com as benesses do Estado, sobrando para o cidadão somente migalhas.
Estes terroristas e traidores do País usam os conceitos de “guerra
assimétrica” em especial a “guerra da quarta geração” que têm sido empregados
intensivamente para explicar a conduta dos “Petralhas” em assuntos de defesa e
segurança. Ambas, de acordo com seus partidários, servem para explicar a
natureza da agressão que a nação brasileira enfrenta, em que estes
elementos usam o Estado, para desconstruir o próprio Estado visando estabelecer
a falácia do “Novo Comunismo”.
Não podemos nos esquecer da “The
War Mind, ou "A Guerra Mental" onde a melhor definição que se pode
dar a Guerra de Quinta Geração (5GW), caracterizada pelo ataque não militar de
um Estado contra outro, dentro de suas próprias fronteiras, através da presença
física de seus agentes ou não, garantindo assim a vitória em questões do seu
interesse, sendo este conceito a evolução da guerra de quarta geração, conhecida
pela sigla em inglês – 4GW – e notoriamente usada por não-estados contra
Estados constituídos.
Explicaremos o porquê de os
mecanismos internacionais utilizarem determinadas pessoas ou grupos para seus
próprios interesses mais adiante.
"A War Mind” - Quinta Geração (5GW), é a resposta às incertezas do
mundo em uma época em que tornou-se impossível ocultar alvos e fatos. Na era da
informação, a guerra de quinta geração significa a perda definitiva do
monopólio militar sobre os conflitos, passando a condução do conflito para a
esfera política e civil, inclusive dentro do espaço de batalha quando o
conflito evolui para o emprego do aparato militar.
A “War Mind” - Quinta Geração (5GW), ocorre prioritariamente sem o
emprego de armas ou definição de um espaço de batalha, porém com o mesmo
objetivo, que é subjugar o adversário e obter as conquistas territoriais,
econômicas ou quaisquer outras, com maior uso da inteligência e com menos
desgaste do aparato militar e com o menor nível possível de efeitos
colaterais."
Desta forma um País pouco estruturado como o nosso torna-se presa fácil
aos interesses internacionais, promovendo e financiando determinados grupos ou
pessoas a serem seus agentes no nosso território garantindo desta forma os
interesses Transnacionais. Quais pessoas ou grupos são escolhidos para
executar este serviço de tração da Pátria?
Caso você queira realizar um trabalho visando a desestruturação de um
País, qual a personalidade que seria selecionada? Uma pessoa com honra,
virtudes, leal, trabalhadora e cumpridora de suas responsabilidades? É claro
que não, para este trabalho deveria ser escolhida uma pessoa com uma
personalidade Sociopata.
O Transtorno de Personalidade Antissocial, também chamado de Sociopatia,
é um transtorno de personalidade caracterizado pelo comportamento impulsivo do
indivíduo afetado, desprezo por normas sociais, e indiferença aos direitos e
sentimentos dos outros.
Na Classificação Internacional de Doenças, este transtorno é chamado de
Transtorno de Personalidade Dissocial (Código: F60.2).10 Na população em geral,
as taxas dos transtornos de personalidade podem variar de 0,5% a 3%, subindo
para quase 70% entre presidiários. (Marcos Hirata Soares. Estudos sobre
transtornos de personalidade Antissocial e Borderline. Acta Paul Enferm
2010;23(6):852-8).
Este transtorno de personalidade, é caracterizado por um desprezo
das obrigações sociais, falta de empatia para com os outros. Há um desvio
considerável entre o comportamento e as normas sociais estabelecidas. (Os
Petralhas querem desconstruir os Estado, e não admitem outras formas de
pensamento discordante, principalmente a destruição dos valores morais).
O comportamento não é facilmente modificado pelas experiências adversas,
inclusive pelas punições. (Os “mensaleiros” acreditam que são inocentes e que
estão sendo perseguidos, os valores morais e os que são limitados pela Lei
vigente, são desconsiderados).
Existe uma baixa tolerância à frustração e um baixo limiar de
descarga da agressividade, inclusive da violência. (Os Petralhas são
extremamente agressivos e intolerantes, e declaram veementemente que não
pouparão esforços, fazendo uso de violência para atingirem seus objetivos)
Existe uma tendência a culpar os outros ou a fornecer racionalizações
plausíveis para explicar um comportamento que leva o sujeito a entrar em
conflito com a sociedade. (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS) (Ed.).
Classificação de transtornos mentais e de comportamento da CID -10: Descrições
clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993), dentre
as quais o egocentrismo patológico, incapacidade para lealdade ou manutenção de
sentimentos de amor ou afeição, sedução apurada, vida sexual impessoal ou
pobremente integrada, pratica comum de calúnias, omissões ou distorções de
fatos, incapacidade de seguir algum plano de vida também fazem parte de suas
características. (GOMES, Cema Cardona e ALMEIDA, Rosa Maria Martins de. Psychopathy
in men and women. Arq. bras. psicol. [online]. 2010, vol.62, n.1 [citado
2011-05-30], pp. 13-21 . Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672010000100003&lng=pt&nrm=iso >.
ISSN 1809-5267.)
Critérios diagnósticos pelo DSM-IV-TR (Código: 301.7): (American
Psychiatric Association (APA). Psychiatric Diagnosis and the Diagnostic
Statistical Manual of Mental Disorders (Fourth Edition – DSM-IV). Fact
Sheet. 1997;1-4.)
A. Um padrão geral de desrespeito e violação aos direitos dos outros,
que ocorre desde a adolescência, como indicado por pelo menos TRÊS dos
seguintes nove critérios:
1. Fracasso em conformar-se às
normas sociais com relação a comportamentos éticos e legais, indicado pela
execução repetida de atos que constituem motivo de reprovação social ou
detenção (crimes);
2. Impulsividade predominante ou
incapacidade em seguir planos traçados para o futuro;
3. Irritabilidade e
agressividade, indicadas por histórico constante de lutas corporais ou
agressões verbais violentas;
4. Desrespeito irresponsável pela
segurança própria ou alheia;
5. Irresponsabilidade
consistente, indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento
laboral consistente ou honrar obrigações financeiras;
6. Ausência de remorso, indicada
por indiferença ou racionalização por ter manipulado, ferido, maltratado ou roubado
outra pessoa;
7. Tendência para enganar,
indicada por mentir compulsivamente, distorcer fatos ou ludibriar os outros
para obter credibilidade, vantagens pessoais ou prazer;
8. Em alguns casos, incapacidade
de conviver com animais domésticos ou ter apreço pelos sentimentos dos mesmos
em geral;
9. Dissociabilidade familiar,
marcada pelo desrespeito ou desapreço materno e paterno evitando a presença dos
pais e da família (tios, primos, avós, etc).
10. Existem evidências de
Transtorno de Conduta com início antes dos 15 anos de idade.
Portanto para se executar um
trabalho sujo, deve-se escolher pessoas “SUJAS” e dispostas a realizar tal
atividade, pessoas com personalidade patológica, e com total consciência do que
realiza.
Tinham total consciência quando matavam inocentes nas ruas
roubando bancos em nome de uma ideologia maligna, explodindo quarteis com
carros bomba em ações claramente terroristas, estando tais atos e condutas
patológicas claramente descritos acima.
Nós, cumpridores de nossos deveres e crentes de que somente as vias
constitucionais levam as verdadeiras mudanças com solidez e ética, não nos
conformamos com esses “doentes mentais” parceiros dos interesses internacionais
desestruturando e roubando nosso País.
Podemos ainda demonstrar como a propaganda utilizada por estes
“doentes” subvertem a verdade, vejamos abaixo somente os 10 maiores Assassinos
em Série (serial killers) descritos no meio policial:
1) Luis Garavito (Colombia) – assassinou comprovadamente 138
pessoas, conhecido como “La Bestia”.
2) Pedro Alonso Lopez
(Colombia) – assassinou comprovadamente 110 pessoas, conhecido como “O monstro
dos Andes”
3) Daniel Barbosa (Colombia)
– assassinou mais de 150 pessoas.
4) Pedro Rodrigues Filho
(Brasil) – assassinou mais de 100 pessoas.
5) Serhiy Tkach (
Ucrania) - assassinou mais de 100 pessoas
6) Randy Steven Kraft (USA)
- assassinou mais de 100 pessoas
7) H. H. Holmes (USA) – assassinou
mais de 200 pessoas
8) Harold Shipman (Reinio
Unido) – assassinou mais de 250 pessoas
9) Miyuki Ishikawa (Japão) –
assassinou mais de 160 pessoas
10) Waltraud Wagner (Austria) –
assassinou mais de 200 pessoas
Podemos demonstrar que o
comunismo real é também incompatível com a cultura ocidental quanto ao
desenvolvimento industrial. Toda a filosofia dos países desenvolvidos, graças à
liberdade vigente e à livre competição, está sempre evoluindo tecnologicamente,
produzindo cada vez mais produtos e serviços, com maior produtividade e
qualidade, para atender ao mercado, ou seja, à população.
Os países comunistas concentram esforços sempre em objetivos bélicos e
nunca sobra atenção para atender o bem estar da população. A União Soviética só
evoluiu em tecnologia bélica, mesmo assim à custa de espionagem maciça da
tecnologia do ocidente.
A Coréia do Norte está fabricando mísseis e milhões de coreanos já
morreram, de fome. Graças à liberdade, os países capitalistas, onde toda a
população contribui para o desenvolvimento econômico, exibem produção e
produtividade infinitamente maior que os países socialistas, que ficam
limitados às decisões de cúpula.
Os países comunistas estacionam
no tempo, pois os agentes econômicos, anestesiados pelo dirigismo estatal,
ficam à espera das decisões de cúpula, com a ineficiência burocrática de
sempre. Na União Soviética as indústrias destruíram e poluíram o ambiente e até
arruinaram grandes lagos como o Mar Cáspio e o Lago Baikal, sem falar no maior
acidente nuclear de todos os tempos, em Chernobyl.
A União Soviética não conseguiu
produzir uma fábrica de automóveis para a população. Tiveram que importar uma,
inteirinha. Na Alemanha Oriental, o máximo que conseguiram fazer para a
população foi um calhambeque chamado Trabant, um veículo ridículo, pior que os
carros dos anos trintado ocidente.
Do outro lado do muro, a Alemanha capitalista fabricava alguns dos
melhores carros do mundo, como o Mercedes, o Audi, o BMW. A diferença entre o
Trabant e um Mercedes é simbólico da diferença entre o comunismo e o
capitalismo.
Mais que isso, é um símbolo do
nível de satisfação pessoal proporcionado ao cidadão dos países capitalistas,
comparado ao precário nível de vida proporcionado ao cidadão escravizado dos
países socialistas. Os comunistas têm interesse em promover a miséria, pois,
quanto mais ignorantes as massas, mais fácil será escravizá-las
As prefeituras do PT de São Paulo e Belo Horizonte reduziram as verbas
para a educação, a fim de sobrar mais dinheiro para contratar mais petistas. Em
São Paulo, o único vereador que votou contra a redução das verbas para a
educação foi expulso do partido.
Mas voltando aos assassinos em
série, temos no Comunismo/Socialismo os maiores representantes.
Os maiores assassinos do séc.XX.
Joseph Stalin - 42,672,000
Mao Tse-tung - 37,828,000
Adolf Hitler - 20,946,000
Chiang Kai-shek - 10,214,000
Vladimir Lenin - 4,017,000
Tojo Hideki - 3,990,000
Pol Pot - 2,397,000
Yahya Khan - 1,500,000
Josip Tito - 1,172,000
Os mortos pelo
comunismo/socialismo totalizam mais de 100 milhões de vítimas !
Fonte(s): Do livro "Death By
Government."
Contudo a estrela do Show de
Horrores, o maior facínora chama-se Ernesto "Che" Guevara, o riñón
(rim em espanhol), pois como não tomava banho, possuía um cheiro intolerável de
urina.
Durante o período mais obscuro da vida deChe, quando ele foi colocado à
frente de uma "comissão purificadora" de uma prisão em Havana que,
entre outras funções, supervisionava execuções. Durante esse período pelo menos
180 pessoas foram fuziladas depois de ser submetidas a julgamentos sumários
presididos pelo próprio Che. José Vilasuso, advogado que trabalhou com Che na
prisão de La Cabaña no preparo das acusações, confirmou esse aspecto:
"Os fatos eram julgados sem
nenhuma consideração dos princípios de justiça" - Depoimento de um
ex-companheiro de guerrilha de Che, Dariel Jiménez Alarcón, que descreve a
frieza mantida pelo comandante durante as execuções que presenciava.
"Che subia numa laje e,
deitado de costas, observava as execuções enquanto fumava um charuto",
disse Jiménez.
Porém, a “fria máquina de matar” somente manifestou todo o seu alcance
depois da queda do regime, quando Fidel Castro o designou responsável pela
prisão de La Cabana. De uma forma que recorda Laurenti Beria, chefe da NKVD,
Guevara foi responsável, durante o primeiro semestre de 1959, por um dos
períodos mais obscuros da revolução.
Segundo Jose Vilasuso, advogado e professor da Universidade
Interamericana de Bayamón, em Porto Rico, que pertenceu ao corpo responsável
pelos processos judiciais sumários em La Cabana, “minha função era legalizar
profissionalmente as causas e passá-las ao ministério fiscal, sem julgamento
algum. Se fuzilava de segunda à sexta. As execuções eram realizadas de
madrugada, pouco depois que a sentença confirmada de forma automática pelo
corpo de apelação. A noite mais sinistra que recordo 7 homens foram
executados”.
Javier Arzuaga, capelão que
ministrava consolo aos sentenciados à morte e que presenciou dezenas de
execuções, que hoje vive em Porto Rico, deu seu testemunho: “Em La Cabana
estavam 800 homens em um espaço em que não cabiam mais de 300.
Eram militares do exército de
Batista, policiais, jornalistas, empresários e comerciantes. O Juiz não era
necessariamente um homem de leis e sim um membro do exército rebelde, como
todos aqueles que serviam de juízes. Quase todas as apelações eram presididas
por Che Guevara e não recordo de nenhum caso cuja sentença tenha sido revogada
(...) Até o mês de maio, quando fui embora, assisti a 55 fuzilamentos.
Um dos comandantes dos pelotões
de fuzilamento era o americano Herman Marks, que parecia gozar quando gritava
‘Pelotão! Atención! Apunten! Fuego!’ (...) Quando me despedi, o Che me disse:
“Se nos encararmos de novo, seremos inimigos frente a frente”.
Entre janeiro e fins de junho de
1959, quando Che deixou de chefiar La Cabana, cerca de 400 pessoas tinham sido
lá executadas. Os telegramas secretos enviados pelo embaixador dos EUA à Casa
Branca falam de “mais de 500”. Segundo Jorge Castañeda - um dos biógrafos
deCheGuevara – ex-Ministro das Relações Exteriores do México, falou de 700
vítimas.
Algumas frases contidas no diário
de “Che” Guevara:
“Enlouquecido com fúria irei manchar meu rifle de vermelho ao abater
qualquer inimigo que caia em minhas mãos! Minhas narinas se dilatam ao saborear
o odor acre de pólvora e sangue. Com as mortes de meus inimigos eu preparo meu
ser para a luta sagrada e me junto ao proletariado triunfante com um uivo
bestial.”
"Não posso ser amigo de quem não compartilha das mesmas ideias que
eu".
"Adoro o ódio eficaz que faz
do homem uma violenta, seletiva e fria máquina de matar".
"Vale milhões de vezes a vida de um único ser humano do que todo a
propriedade do homem mais rico do mundo".
"Não nego a necessidade
objetiva do estímulo material, mas sou contrário a utilizá-la como alavanca
impulsora fundamental. Porque então ela determina por impor sua própria força
às relações entre os homens."
“Para mandar alguém para o pelotão de fuzilamento, as provas judiciais
são desnecessárias. Esses procedimentos legais são um arcaico detalhe burguês”.
Resta alguma dúvida conforme o descrito nas frases acima, de que se
trata de uma pessoa perturbada e extremamente perigosa à Sociedade? Mas ele foi
e continua sendo usado pelos mecanismos de poder internacional para executar o
trabalho, mas mesmo depois de morto, embora diante do colapso político e
ideológico de tudo que Che Guevara representava, por ironia da História, El Che
Guevara, hoje, é uma marca essencialmente capitalista.
Sua imagem com a
onipresente foto com sua boina, tirada nos anos 60 por Alberto Korda, adorna
jarros, chaveiros, gorros de beisebol, camisetas, lenços, jeans, etc, isto é
continua a servir aos propósitos financeiros internacionais, auferindo lucros e
dividendos.
Che explicou a função que exercia o campo de Guanahacabibes: “À
Guanahacabibes são mandadas as pessoas que não devem ir para a prisão. As
pessoas que tenham cometido faltas à moral revolucionária, segundo Che: “É um trabalho
duro, não um trabalho bestial”.
Esse campo foi o precursor do posterior confinamento sistemático que
começou em 1965 na província de Camaguey, de dissidentes, homossexuais,
católicos, testemunhas de Jeová, sacerdotes afro-cubanos, sob o estandarte das
Unidades Militares de Ajuda à Produção.
Portanto conforme demonstrado, devemos ter em mente que estamos
atualmente sob o julgo de pessoas portadoras de Psicopatia e extremamente
perigosas, que provaram durante esses mais de 40 anos de terror imposto ao
nosso País que quiseram tomar o poder somente pelos benefícios e como
portadores de Psicopatia e comportamento delituoso, principalmente
caracterizado pelos acontecimentos desde o ano de 2003.
Possuem uma grande dificuldade em conformar-se às normas sociais com
relação a comportamentos éticos e legais, indicado pela execução repetida de
atos que constituem motivo de reprovação social ou detenção (crimes),
desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia, ausência de
remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter manipulado, ferido,
maltratado ou roubado outra pessoa.
É o comportamento de base de um Petralha, que é a tendência para
enganar, indicada por mentir compulsivamente, distorcer fatos ou ludibriar os
outros para obter credibilidade (comissão da mentira) além de vantagens
pessoais, e que usarão de todos os meios ilegais e agressivos para
perpetuarem-se no poder (mantidas e promovidas pelos mecanismos de poder
Transnacional).
Nelson Bruni é Médico e Perito Criminal.