segunda-feira, 20 de maio de 2013

Vida após a morte


Artigo no Fique Alerta – www.fiquealerta.net 
Por João Baptista Herkenhoff

Nosso texto “Indagações sobre a Fé”, publicado há alguns dias, suscitou interessantes questionamentos.

Inteligente e culto interlocutor, residente em Juazeiro, na Bahia, indagou se a Lógica, com abstração dos dados da Fé, conduziria a inteligência no sentido de aceitar a existência de uma vida após a morte.

O proponente da indagação deixou claro que não desejava argumentos bíblicos, pois estes obviamente socorrem a tese da vida extraterrena.

Tentemos elencar razões que demonstrem ser pertinente a crença na imortalidade, à luz do simples raciocínio dialético:

a) a crença numa vida pós-morte está presente em todas as culturas espalhadas pelo mundo, tanto hoje quanto em tempos pretéritos;

b) no Egito acreditava-se que após a morte física a alma compareceria perante o tribunal de Osíris. A vida terrena seria julgada e a recompensa dos justos seria a vida eterna. O corpo era mumificado e guardado num sarcófago;

c) na Grécia antiga, Pitágoras, Tales de Mileto, Platão e Sócrates comungavam a ideia de alma imortal;

d) Sócrates, à frente do tribunal que o julgou disse: Não tenho outra pretensão senão a de vos persuadir de que cuideis menos de vossos corpos mortais e de vossos bens, e mais de vossas almas; Platão, no diálogo de Fédon, ensinou que a alma imortal era parte da unidade intrínseca ao homem;

e) na Índia, o Hinduísmo e o Budismo afinam na aceitação da tese da imortalidade do espírito;

f) o Islamismo não discrepa dessa visão – depois da morte a alma vai para o Barzakh (barreira), onde aguarda seu último destino;

g) esse dado cultural, presente no Egito, Grécia, Índia, Universo Muçulmano e em muitas outras civilizações, está a assinalar, não um acidente ou um acaso, mas uma constante;

h) a verificação do liame que coloca povos das mais diversas latitudes, em diferentes épocas, atrelados à crença na imortalidade, é um fato comprovado pela pesquisa histórica, dentro de rigorosa metodologia;

i) o ser humano, no reino animal, é o único que deseja a imortalidade como apelo existencial;

j) essa aspiração à imortalidade é uma realidade antropológica que aponta para o destino eterno do homem;

k) pessoas que estiveram em coma profundo, após voltar à plenitude da vida relatam que durante o coma tiveram a visão do eterno, estiveram na ante-sala de um outro mundo. É o que conta, por exemplo, o neurocirurgião Eben Alexander, pesquisador da Universidade de Harvard, em livro que foi resenhado pelo jornal The New York Times (Proof of Heaven).  Seguem a mesma direção os relatos coligidos pelo médico americano  Melvin Morse, publicados no livro “Closer to the Light”, também resenhado no NYT.

João Baptista Herkenhoff, magistrado aposentado, escritor e Livre-Docente da Universidade Federal do Espírito Santo. Homepage: www.jbherkenhoff.com.br - E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br - CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/2197242784380520

domingo, 12 de maio de 2013

Sociopatas no Poder


Artigo no Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Nelson Bruni 

Atendendo a convite do Partido dos Trabalhadores, reuniram-se na cidade de São Paulo visando debater a nova conjuntura internacional pós-queda do Muro de Berlim (1989), um encontro de partidos políticos de esquerda, narcoterroristas e organizações não governamentais de esquerda da América Latina e Caribe.

Neste encontro do “Grupo do Mau”, fora criado “O Foro de São Paulo” (FSP), que surgiu em julho de 1990, durante uma visita feita por Fidel Castro a Lula, em São Bernardo do Campo, e foi formalizada quando 48 organizações, partidos e frentes de esquerda da América Latina e do Caribe que nada mais são do que um grupo de agentes conscientes mantidos pelo capital financeiro transnacional, para manter tanto o nosso País, assim como o continente Sul americano em uma condição de subserviência, impedindo sua autodeterminação, porém os pertencentes a “Nova Nomenklatura” se lambuzam com as benesses do Estado, sobrando para o cidadão somente migalhas.

Estes terroristas e traidores do País usam os conceitos de “guerra assimétrica” em especial a “guerra da quarta geração” que têm sido empregados intensivamente para explicar a conduta dos “Petralhas” em assuntos de defesa e segurança. Ambas, de acordo com seus  partidários, servem para explicar a natureza da agressão que a nação  brasileira enfrenta, em que estes elementos usam o Estado, para desconstruir o próprio Estado visando estabelecer a falácia do “Novo Comunismo”.

Não podemos nos esquecer da “The War Mind, ou "A Guerra Mental" onde a melhor definição que se pode dar a Guerra de Quinta Geração (5GW), caracterizada pelo ataque não militar de um Estado contra outro, dentro de suas próprias fronteiras, através da presença física de seus agentes ou não, garantindo assim a vitória em questões do seu interesse, sendo este conceito a evolução da guerra de quarta geração, conhecida pela sigla em inglês – 4GW – e notoriamente usada por não-estados contra Estados constituídos.

Explicaremos o porquê de os mecanismos internacionais utilizarem determinadas pessoas ou grupos para seus próprios interesses mais adiante.

"A War Mind” - Quinta Geração (5GW), é a resposta às incertezas do mundo em uma época em que tornou-se impossível ocultar alvos e fatos. Na era da informação, a guerra de quinta geração significa a perda definitiva do monopólio militar sobre os conflitos, passando a condução do conflito para a esfera política e civil, inclusive dentro do espaço de batalha quando o conflito evolui para o emprego do aparato militar. 

A “War Mind” - Quinta Geração (5GW), ocorre prioritariamente sem o emprego de armas ou definição de um espaço de batalha, porém com o mesmo objetivo, que é subjugar o adversário e obter as conquistas territoriais, econômicas ou quaisquer outras, com maior uso da inteligência e com menos desgaste do aparato militar e com o menor nível possível de efeitos colaterais."

Desta forma um País pouco estruturado como o nosso torna-se presa fácil aos interesses internacionais, promovendo e financiando determinados grupos ou pessoas a serem seus agentes no nosso território garantindo desta forma os interesses Transnacionais.  Quais pessoas ou grupos são escolhidos para executar este serviço de tração da Pátria?

Caso você queira realizar um trabalho visando a desestruturação de um País, qual a personalidade que seria selecionada? Uma pessoa com honra, virtudes, leal, trabalhadora e cumpridora de suas responsabilidades? É claro que não, para este trabalho deveria ser escolhida uma pessoa com uma personalidade Sociopata.

O Transtorno de Personalidade Antissocial, também chamado de Sociopatia, é um transtorno de personalidade caracterizado pelo comportamento impulsivo do indivíduo afetado, desprezo por normas sociais, e indiferença aos direitos e sentimentos dos outros.

Na Classificação Internacional de Doenças, este transtorno é chamado de Transtorno de Personalidade Dissocial (Código: F60.2).10 Na população em geral, as taxas dos transtornos de personalidade podem variar de 0,5% a 3%, subindo para quase 70% entre presidiários. (Marcos Hirata Soares. Estudos sobre transtornos de personalidade Antissocial e Borderline. Acta Paul Enferm 2010;23(6):852-8).

Este transtorno de personalidade,  é caracterizado por um desprezo das obrigações sociais, falta de empatia para com os outros. Há um desvio considerável entre o comportamento e as normas sociais estabelecidas. (Os Petralhas querem desconstruir os Estado, e não admitem outras formas de pensamento discordante, principalmente a destruição dos valores morais).

O comportamento não é facilmente modificado pelas experiências adversas, inclusive pelas punições. (Os “mensaleiros” acreditam que são inocentes e que estão sendo perseguidos, os valores morais e os que são limitados pela Lei vigente, são desconsiderados).

Existe uma baixa tolerância à frustração e um baixo limiar de descarga da agressividade, inclusive da violência. (Os Petralhas são extremamente agressivos e intolerantes, e declaram veementemente que não pouparão esforços, fazendo uso de violência para atingirem seus objetivos)

Existe uma tendência a culpar os outros ou a fornecer racionalizações plausíveis para explicar um comportamento que leva o sujeito a entrar em conflito com a sociedade. (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS) (Ed.). Classificação de transtornos mentais e de comportamento da CID -10: Descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993), dentre as quais o egocentrismo patológico, incapacidade para lealdade ou manutenção de sentimentos de amor ou afeição, sedução apurada, vida sexual impessoal ou pobremente integrada, pratica comum de calúnias, omissões ou distorções de fatos, incapacidade de seguir algum plano de vida também fazem parte de suas características. (GOMES, Cema Cardona e ALMEIDA, Rosa Maria Martins de. Psychopathy in men and women. Arq. bras. psicol. [online]. 2010, vol.62, n.1 [citado 2011-05-30], pp. 13-21 . Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672010000100003&lng=pt&nrm=iso >. ISSN 1809-5267.)

Critérios diagnósticos pelo DSM-IV-TR (Código: 301.7): (American Psychiatric Association (APA). Psychiatric Diagnosis and the Diagnostic Statistical Manual of Mental Disorders (Fourth Edition – DSM-IV). Fact Sheet. 1997;1-4.)

A. Um padrão geral de desrespeito e violação aos direitos dos outros, que ocorre desde a adolescência, como indicado por pelo menos TRÊS dos seguintes nove critérios:

1. Fracasso em conformar-se às normas sociais com relação a comportamentos éticos e legais, indicado pela execução repetida de atos que constituem motivo de reprovação social ou detenção (crimes);

2. Impulsividade predominante ou incapacidade em seguir planos traçados para o futuro;

3. Irritabilidade e agressividade, indicadas por histórico constante de lutas corporais ou agressões verbais violentas;

4. Desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia;

5. Irresponsabilidade consistente, indicada por um repetido fracasso em manter um comportamento laboral consistente ou honrar obrigações financeiras;

6. Ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter manipulado, ferido, maltratado ou roubado outra pessoa;

7. Tendência para enganar, indicada por mentir compulsivamente, distorcer fatos ou ludibriar os outros para obter credibilidade, vantagens pessoais ou prazer;

8. Em alguns casos, incapacidade de conviver com animais domésticos ou ter apreço pelos sentimentos dos mesmos em geral;

9. Dissociabilidade familiar, marcada pelo desrespeito ou desapreço materno e paterno evitando a presença dos pais e da família (tios, primos, avós, etc).

10. Existem evidências de Transtorno de Conduta com início antes dos 15 anos de idade.

Portanto para se executar um trabalho sujo, deve-se escolher pessoas “SUJAS” e dispostas a realizar tal atividade, pessoas com personalidade patológica, e com total consciência do que realiza.

Tinham total consciência quando matavam inocentes nas ruas roubando bancos em nome de uma ideologia maligna, explodindo quarteis com carros bomba em ações claramente terroristas, estando tais atos e condutas patológicas claramente descritos acima.

Nós, cumpridores de nossos deveres e crentes de que somente as vias constitucionais levam as verdadeiras mudanças com solidez e ética, não nos conformamos com esses “doentes mentais” parceiros dos interesses internacionais desestruturando e roubando nosso País.

Podemos ainda demonstrar como a propaganda utilizada por estes “doentes” subvertem a verdade, vejamos abaixo somente os 10 maiores Assassinos em Série (serial killers) descritos no meio policial: 

1) Luis Garavito (Colombia) – assassinou comprovadamente 138 pessoas, conhecido como “La Bestia”.
2) Pedro Alonso Lopez (Colombia) – assassinou comprovadamente 110 pessoas, conhecido como “O monstro dos Andes”
3) Daniel Barbosa (Colombia) – assassinou mais de 150 pessoas.
4) Pedro Rodrigues Filho (Brasil) – assassinou mais de 100 pessoas.
5) Serhiy Tkach ( Ucrania)  - assassinou mais de 100 pessoas
6) Randy Steven Kraft (USA) - assassinou mais de 100 pessoas
7) H. H. Holmes (USA) – assassinou mais de 200 pessoas
8)  Harold Shipman (Reinio Unido) – assassinou mais de 250 pessoas
9) Miyuki Ishikawa (Japão) – assassinou mais de  160 pessoas
10) Waltraud Wagner (Austria) – assassinou mais de 200 pessoas

Podemos demonstrar que o comunismo real é também incompatível com a cultura ocidental quanto ao desenvolvimento industrial. Toda a filosofia dos países desenvolvidos, graças à liberdade vigente e à livre competição, está sempre evoluindo tecnologicamente, produzindo cada vez mais produtos e serviços, com maior produtividade e qualidade, para atender ao mercado, ou seja, à população.

Os países comunistas concentram esforços sempre em objetivos bélicos e nunca sobra atenção para atender o bem estar da população. A União Soviética só evoluiu em tecnologia bélica, mesmo assim à custa de espionagem maciça da tecnologia do ocidente.

A Coréia do Norte está fabricando mísseis e milhões de coreanos já morreram, de fome. Graças à liberdade, os países capitalistas, onde toda a população contribui para o desenvolvimento econômico, exibem produção e produtividade infinitamente maior que os países socialistas, que ficam limitados às decisões de cúpula.

Os países comunistas estacionam no tempo, pois os agentes econômicos, anestesiados pelo dirigismo estatal, ficam à espera das decisões de cúpula, com a ineficiência burocrática de sempre. Na União Soviética as indústrias destruíram e poluíram o ambiente e até arruinaram grandes lagos como o Mar Cáspio e o Lago Baikal, sem falar no maior acidente nuclear de todos os tempos, em Chernobyl.

A União Soviética não conseguiu produzir uma fábrica de automóveis para a população. Tiveram que importar uma, inteirinha. Na Alemanha Oriental, o máximo que conseguiram fazer para a população foi um calhambeque chamado Trabant, um veículo ridículo, pior que os carros dos anos trintado ocidente.

Do outro lado do muro, a Alemanha capitalista fabricava alguns dos melhores carros do mundo, como o Mercedes, o Audi, o BMW. A diferença entre o Trabant e um Mercedes é simbólico da diferença entre o comunismo e o capitalismo.

Mais que isso, é um símbolo do nível de satisfação pessoal proporcionado ao cidadão dos países capitalistas, comparado ao precário nível de vida proporcionado ao cidadão escravizado dos países socialistas. Os comunistas têm interesse em promover a miséria, pois, quanto mais ignorantes as massas, mais fácil será escravizá-las

As prefeituras do PT de São Paulo e Belo Horizonte reduziram as verbas para a educação, a fim de sobrar mais dinheiro para contratar mais petistas. Em São Paulo, o único vereador que votou contra a redução das verbas para a educação foi expulso do partido.

Mas voltando aos assassinos em série, temos no Comunismo/Socialismo os maiores representantes.

Os maiores assassinos do séc.XX.

Joseph Stalin - 42,672,000
Mao Tse-tung - 37,828,000
Adolf Hitler - 20,946,000
Chiang Kai-shek - 10,214,000
Vladimir Lenin - 4,017,000
Tojo Hideki - 3,990,000
Pol Pot - 2,397,000
Yahya Khan - 1,500,000
Josip Tito - 1,172,000

Os mortos pelo comunismo/socialismo  totalizam mais de 100 milhões de vítimas !
Fonte(s): Do livro "Death By Government."
Contudo a estrela do Show de Horrores, o maior facínora chama-se Ernesto "Che" Guevara, o riñón (rim em espanhol), pois como não tomava banho, possuía um cheiro intolerável de urina.

Durante o período mais obscuro da vida deChe, quando ele foi colocado à frente de uma "comissão purificadora" de uma prisão em Havana que, entre outras funções, supervisionava execuções. Durante esse período pelo menos 180 pessoas foram fuziladas depois de ser submetidas a julgamentos sumários presididos pelo próprio Che. José Vilasuso, advogado que trabalhou com Che na prisão de La Cabaña no preparo das acusações, confirmou esse aspecto:

"Os fatos eram julgados sem nenhuma consideração dos princípios de justiça" - Depoimento de um ex-companheiro de guerrilha de Che, Dariel Jiménez Alarcón, que descreve a frieza mantida pelo comandante durante as execuções que presenciava.
"Che subia numa laje e, deitado de costas, observava as execuções enquanto fumava um charuto", disse Jiménez.

Porém, a “fria máquina de matar” somente manifestou todo o seu alcance depois da queda do regime, quando Fidel Castro o designou responsável pela prisão de La Cabana. De uma forma que recorda Laurenti Beria, chefe da NKVD, Guevara foi responsável, durante o primeiro semestre de 1959, por um dos períodos mais obscuros da revolução.

Segundo Jose Vilasuso, advogado e professor da Universidade Interamericana de Bayamón, em Porto Rico, que pertenceu ao corpo responsável pelos processos judiciais sumários em La Cabana, “minha função era legalizar profissionalmente as causas e passá-las ao ministério fiscal, sem julgamento algum. Se fuzilava de segunda à sexta. As execuções eram realizadas de madrugada, pouco depois que a sentença confirmada de forma automática pelo corpo de apelação. A noite mais sinistra que recordo 7 homens foram executados”.

Javier Arzuaga, capelão que ministrava consolo aos sentenciados à morte e que presenciou dezenas de execuções, que hoje vive em Porto Rico, deu seu testemunho: “Em La Cabana estavam 800 homens em um espaço em que não cabiam mais de 300.

Eram militares do exército de Batista, policiais, jornalistas, empresários e comerciantes. O Juiz não era necessariamente um homem de leis e sim um membro do exército rebelde, como todos aqueles que serviam de juízes. Quase todas as apelações eram presididas por Che Guevara e não recordo de nenhum caso cuja sentença tenha sido revogada (...) Até o mês de maio, quando fui embora, assisti a 55 fuzilamentos.

Um dos comandantes dos pelotões de fuzilamento era o americano Herman Marks, que parecia gozar quando gritava ‘Pelotão! Atención! Apunten! Fuego!’ (...) Quando me despedi, o Che me disse: “Se nos encararmos de novo, seremos inimigos frente a frente”.

Entre janeiro e fins de junho de 1959, quando Che deixou de chefiar La Cabana, cerca de 400 pessoas tinham sido lá executadas. Os telegramas secretos enviados pelo embaixador dos EUA à Casa Branca falam de “mais de 500”. Segundo Jorge Castañeda - um dos biógrafos deCheGuevara – ex-Ministro das Relações Exteriores do México, falou de 700 vítimas.

Algumas frases contidas no diário de “Che” Guevara:

“Enlouquecido com fúria irei manchar meu rifle de vermelho ao abater qualquer inimigo que caia em minhas mãos! Minhas narinas se dilatam ao saborear o odor acre de pólvora e sangue. Com as mortes de meus inimigos eu preparo meu ser para a luta sagrada e me junto ao proletariado triunfante com um uivo bestial.” 

"Não posso ser amigo de quem não compartilha das mesmas ideias que eu".

"Adoro o ódio eficaz que faz do homem uma violenta, seletiva e fria máquina de matar". 

"Vale milhões de vezes a vida de um único ser humano do que todo a propriedade do homem mais rico do mundo".

"Não nego a necessidade objetiva do estímulo material, mas sou contrário a utilizá-la como alavanca impulsora fundamental. Porque então ela determina por impor sua própria força às relações entre os homens."

“Para mandar alguém para o pelotão de fuzilamento, as provas judiciais são desnecessárias. Esses procedimentos legais são um arcaico detalhe burguês”.

Resta alguma dúvida conforme o descrito nas frases acima, de que se trata de uma pessoa perturbada e extremamente perigosa à Sociedade? Mas ele foi e continua sendo usado pelos mecanismos de poder internacional para executar o trabalho, mas mesmo depois de morto, embora diante do colapso político e ideológico de tudo que Che Guevara representava, por ironia da História, El Che Guevara, hoje, é uma marca essencialmente capitalista. 

Sua imagem com a onipresente foto com sua boina, tirada nos anos 60 por Alberto Korda, adorna jarros, chaveiros, gorros de beisebol, camisetas, lenços, jeans, etc, isto é continua a servir aos propósitos financeiros internacionais, auferindo lucros e dividendos.

Che explicou a função que exercia o campo de Guanahacabibes: “À Guanahacabibes são mandadas as pessoas que não devem ir para a prisão. As pessoas que tenham cometido faltas à moral revolucionária, segundo Che: “É um trabalho duro, não um trabalho bestial”.

Esse campo foi o precursor do posterior confinamento sistemático que começou em 1965 na província de Camaguey, de dissidentes, homossexuais, católicos, testemunhas de Jeová, sacerdotes afro-cubanos, sob o estandarte das Unidades Militares de Ajuda à Produção.

Portanto conforme demonstrado, devemos ter em mente que estamos atualmente sob o julgo de pessoas portadoras de Psicopatia e extremamente perigosas, que provaram durante esses mais de 40 anos de terror imposto ao nosso País que quiseram tomar o poder somente pelos benefícios e como portadores de Psicopatia e comportamento delituoso, principalmente caracterizado pelos acontecimentos desde o ano de 2003.

Possuem uma grande dificuldade em conformar-se às normas sociais com relação a comportamentos éticos e legais, indicado pela execução repetida de atos que constituem motivo de reprovação social ou detenção (crimes), desrespeito irresponsável pela segurança própria ou alheia, ausência de remorso, indicada por indiferença ou racionalização por ter manipulado, ferido, maltratado ou roubado outra pessoa.

É o comportamento de base de um Petralha, que é a tendência para enganar, indicada por mentir compulsivamente, distorcer fatos ou ludibriar os outros para obter credibilidade (comissão da mentira) além de  vantagens pessoais, e que usarão de todos os meios ilegais e agressivos para perpetuarem-se no poder (mantidas e promovidas pelos mecanismos de poder Transnacional).

Nelson Bruni é Médico e Perito Criminal.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Discriminação do Aposentado


Artigo no Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por João Baptista Herkenhoff

A discriminação do aposentado não é uma questão técnica simplesmente. Seria uma questão técnica se envolvesse apenas aspectos contábeis. É questão ética porque ultrapassa os limites de simples considerações de ordem financeira.
Por Ética devemos entender todo o esforço do espírito humano para formular juízos tendentes a iluminar a conduta de pessoas, grupos humanos, povos, sob a luz de um critério de Bem e de Justiça.

Esse critério de Bem e de Justiça, que ilumina a Ética, prescreve que as novas gerações sejam gratas às gerações mais velhas.

A ideia de reverência aos velhos esteve presente em muitas culturas, ao longo dos séculos. E mesmo hoje, quando uma cultura capitalista, monetarista, utilitária, desligada de qualquer compromisso ético, pretende impor-se ao conjunto da Humanidade, ainda assim vozes ancestrais teimam em dizer que a terceira idade merece homenagem.

Recorrendo a notícias de jornal verifico dois fatos que ilustram o que estou dizendo.
A primeira notícia registra o caso de uma aposentada que morreu durante a remoção, por ambulância, de um pronto-atendimento para um hospital.

A idosa teve um mal estar. Não sendo atendida no plantão do pronto-atendimento, foi levada por familiares para o hospital. Mesmo diante de uma crise de pressão arterial, tardaram os primeiros cuidados. Um auxiliar de enfermagem tentou tirar, sem êxito, a pulsação da paciente. Nem essa situação aflitiva evitou que a idosa permanecesse na maca, sem maior atenção. Após apelos insistentes da filha, a presença da aposentada foi notada, mas aí apenas para constatar que havia falecido.

Outro caso ilustrativo é o da criação de um auxílio-saúde para determinada categoria de servidores públicos.

Em que faixa de idade mais pode ser reclamado, com razão e justiça, um auxílio-saúde? Em que faixa de idade as pessoas gastam mais com medicamentos?
Não é preciso convocar especialistas para responder essas duas perguntas. O senso comum dá a resposta. Se considerarmos correto e adequado que servidores percebam auxílio-saúde, os destinatários desse benefício devem ser, em primeiro lugar, os idosos.

Mas quem ficou fora do auxílio-saúde acima mencionado? A resposta a essa indagação não é óbvia, como foi óbvia a resposta única das duas indagações anteriores. Muito pelo contrário. A resposta é surpreendente. Os idosos ficaram de fora. Os idosos não precisam de auxílio-saúde.

Os fatos mencionados neste artigo são circunstanciais, episódicos. Foram apresentados como simples exemplo para que a reflexão não ficasse teórica demais. A substância deste texto, entretanto, é o julgamento ético dos fatos. Esse julgamento ético, de peremptória condenação, ajusta-se a quaisquer situações como as descritas.

João Baptista Herkenhoff, 76 anos, Magistrado (aposentado), palestrante por todo o Brasil, escritor. Autor de Dilemas de um juiz – a aventura obrigatória (Editora GZ, Rio de Janeiro) Homepage: www.jbherkenhoff.com.br -.E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br

segunda-feira, 29 de abril de 2013

A Nostalgia das Ossadas


"Uma revolução não é o mesmo que convidar alguém para jantar, escrever um ensaio, ou pintar um quadro... Uma revolução é uma insurreição, um ato de violência pelo qual uma classe derruba a outra" (Mao Tse Tung)

Artigo no Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Roberto Campos

Dizia-me um amigo argentino, nos anos 60, que seu país, rico antes da Segunda Guerra, optara no pós-guerra pelo subdesenvolvimento e pelo terceiromundismo. E não se livraria dessa neurose enquanto não se livrasse de três complexos: o complexo da madona, o fascínio das ossadas e a hipóstase da personalidade. Duas madonas se tinham convertido em líderes políticos - Evita e Isabelita. As ossadas de Evita foram alternativamente sequestradas e adoradas, exercendo absurdo magnetismo sobre a população. E a identidade nacional era prejudicada pelo fato de o argentino ser um italiano que fala espanhol e gostaria de ser inglês...

A Argentina parece ter hoje superado esses complexos. Agora, é o Brasil que importa (sem direitos aduaneiros como convêm ao Mercosul) um desses complexos.

Os estrangeiros que abrem nossos jornais não podem deixar de se impressionar com o espaço ocupado pelas ossadas: as ossadas sexuais de PC Farias, as ossadas ideológicas dos guerrilheiros do Araguaia e as perfurações do esqueleto do capitão Lamarca! Em vez de importarmos da Argentina a tecnologia de laticínios, estamos importando peritos em "arqueologia moderna", para cavoucar as ossadas do cemitério da Xambioá. Há ainda quem queira exumar cadáveres e ressuscitar frangalhos do desastre automobilístico que matou Juscelino, à procura de um assassino secreto. Em suma, estamos caminhando com olhos fixos no retrovisor. E o retrovisor exibe cemitérios.

Na olimpíada mundial de violência, os militares brasileiros da revolução de 1964 não passariam na mais rudimentar das eliminatórias. Perderiam feio para os campeões socialistas, como Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung. Seriam insignificantes mesmo face a atletas menores, como Fidel Castro, Pol Pot, do Camboja, ou Mengistu, da Etiópia.

Os 136 mortos ou desaparecidos em poder do Estado, ao longo das duas décadas de militarismo brasileiro, pareceriam inexpressivos a Fidel, que só na primeira noite pós-revolucionária fuzilou 50 pessoas num estádio. Nas semanas seguintes, na Fortaleza La Cabaña, em Havana, despachou mais 700 (dos quais 400 membros do anterior governo). E ao longo de seus 37 anos de ditadura, estima-se ter fuzilado 10 mil pessoas. Isso em termos da população brasileira equivaleria a 150 mil vítimas. Tiveram de fugir da ilha, perecendo muitos afogados no Caribe, 10% da população, o que, nas dimensões brasileiras, seria equivalente à população da Grande São Paulo.

Definitivamente, na ginástica do extermínio, os militares brasileiros se revelaram singularmente incompetentes. Também em matéria de tortura nossa tecnologia é primitiva, se comparada aos experimentos fidelistas no Combinado del Este, na Fortaleza La Cabaña e nos campos de Aguica e Holguín. Em La Cabaña havia uma forma de tortura que escapou à imaginação dos alcaguetes da ditadura Vargas ou dos "gorilas" do período militar: prisioneiros políticos no andar de baixo recebiam a descarga das latrinas das celas do andar superior.

O debate na mídia sobre os guerrilheiros do Araguaia precisa ser devidamente "contextualizado" (como dizem nossos sociólogos de esquerda). Sobretudo em benefício dos jovens que não viveram aquela época conturbada. A década dos 60 e o começo dos 70 foram marcados mundialmente por duas características: uma guinada mundial para o autoritarismo e o apogeu da Guerra Fria. Basta notar que um terço das democracias que funcionavam em 1956 foram suplantadas por regimes autoritários nos principais países da América Latina, estendendo-se o fenômeno à Grécia, Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura e à própria Índia, onde Indira Ghandi criou um período de exceção.

Na América Latina, alastrou-se o que o sociólogo O'Donnell chamou de "autoritarismo burocrático". O refluxo da onda democrática só viria nos anos 80, que assistiria também à implosão das ditaduras socialistas.

Uma segunda característica daqueles anos foi a agudização do conflito ideológico. Na era Kennedy (1961-63), que eu vivenciei como embaixador em Washington, houve nada menos que duas ameaças de conflito nuclear. Uma, em virtude do ultimato de Kruschov sobre Berlim, e outra, a crise dos mísseis em Cuba. Em meados da década, viria a tragédia do Vietnã.

É nesse contexto que deve ser analisado o episódio dos guerrilheiros do Araguaia e da morte de Lamarca. Não se tratavam de escoteiros, fazendo piqueniques na selva com canivetes suíços. Eram ideólogos enraivecidos, cuja doutrina era o "foquismo" de Che Guevara: criar focos de insurreição, visando a implantar um regime radical de esquerda. Felizmente fracassaram, e isso nos preservou do enorme potencial de violência acima descrito.

Durante nossos "anos de chumbo", não só os guerrilheiros sofreram; 104 militares, policiais e civis, obedecendo a ordens de combate ou executados por terroristas, perderam a vida. Sobre esses, há uma conspiração de silêncio e, obviamente, nenhuma proposta de indenização. Qualquer balanço objetivo do decênio 1965-75 revelará que no Brasil houve repressão e desenvolvimento econômico (foi a era do "milagre brasileiro"), enquanto nos socialismos terceiromundistas e no leste europeu houve repressão e estagnação.

É também coisa de politólogos românticos pensar que a revolução de 1964 nada fez senão interromper um processo normal de sucessão democrática. A opção, na época, não era entre duas formas de democracia: a social e a liberal. Era entre dois autoritarismos: o de esquerda, ideológico e raivoso, e o de direita, encabulado e biodegradável.

Hoje se sabe, à luz da abertura de arquivos, que a CIA e o KGB (que em tudo discordam) tinham surpreendente concordância na análise do fenômeno brasileiro: o Brasil experimentaria uma interrupção no processo democrático de substituição de lideranças. Reproduzindo o paradigma varguista, Jango Goulart, pressionado por Brizola, queria também seu "Estado Novo". Apenas com sinais trocados: uma república sindicalista.

As embaixadas estrangeiras em Washington, com as quais eu mantinha relações como embaixador brasileiro, admitiam, nos informes aos respectivos governos, três cenários para a conjuntura brasileira: autoritarismo de esquerda, prosseguimento da anarquia peleguista com subsequente radicalização, ou guerra civil de motivação ideológica. Ninguém apostava num desenlace democrático...

Parece-me também surrealista a atual romantização pela mídia (com repercussões no Judiciário) da figura do capitão Lamarca, que as Forças Armadas consideram um desertor e terrorista. Ele faz muito melhor o perfil de executor do que de executado. Versátil nos instrumentos, ele matou a coronhadas o tenente Paulo Alberto, aprisionado no vale da Ribeira, fuzilou o capitão americano Charles Chandler, matou com uma bomba o sargento Mário Kozell Filho, abateu com um tiro na nuca o guarda-civil Mário Orlando Pinto, com um tiro nas costas o segurança Delmo de Carvalho Araujo e procedeu ao "justiçamento" de Márcio Leite Toledo, militante do Partido Comunista que resolvera arrepender-se.

Aliás, foram dez os "justiçados" pelos seus próprios companheiros de esquerda. Se o executor acabou executado nos sertões da Bahia, é matéria controvertida. Os laudos periciais revelam vários ferimentos, mas nenhum deles oriundo de técnicas eficientes de execução que o próprio Lamarca usara no passado: tiro na nuca (metodologia chinesa), tiro na cabeça (opção stalinista) ou fuzilamento no coração (método cubano). As Forças Armadas têm razão em considerar uma profanação incluir-se Lamarca na galeria de heróis.

As décadas de 60 e 70, no auge da Guerra Fria, foram épocas de imensa brutalidade. Merecem ser esquecidas, e esse foi o objeto da Lei de Anistia, que permitiu nossa transição civilizada do autoritarismo para a democracia. Deixemos em paz as ossadas. Nada tenho contra a monetização da saudade, representada pela indenização às famílias das vítimas. Essa indenização é economicamente factível no nosso caso. Os democratas cubanos, quando cair a ditadura de Fidel Castro, é que enfrentariam um problema insolúvel se quisessem criar uma "comissão especial" para arbitrar indenizações aos desaparecidos. Isso consumiria uma boa parte do minguado PIB cubano!

Nosso problema é saber se a monetização da saudade deve ser unilateral, beneficiando apenas as famílias dos que se opunham à revolução de 1964. Há saudades, famílias e ossadas de ambos os lados.

Roberto Campos, economista e diplomata já falecido, foi, entre outros cargos, embaixador nos Estados Unidos, deputado federal, senador e ministro do Planejamento. É autor de diversas obras sobre política e economia, destacando-se suas memórias com o título "A Lanterna na Popa" (Ed. Topbooks, 1994). Texto publicado  os jornais  O Globo e Folha de São Paulo , em 04.08.1996.